Alimentação escolar como política de futuro

Quando compras públicas e logística territorial são organizadas como política de Estado, a alimentação escolar deixa de ser apenas assistência social e funciona como infraestrutura pública para a transição de sistemas alimentares. Experiências no Sul Global mostram como a cooperação internacional pode transformar essa política em motor de saúde, desenvolvimento local e resiliência

Da floresta à escola

Pela primeira vez realizada na Amazônia, a COP 30 mostrou que sistemas alimentares também fazem parte da agenda climática. Em Belém, alimentos da sociobiodiversidade amazônica abasteceram a conferência e revelaram o potencial das cadeias produtivas locais. O próximo passo é transformar essa experiência em legado – levando esses mesmos alimentos das florestas e rios amazônicos para a mesa das escolas