A 15ª edição da Stanford Social Innovation Review Brasil está no ar

Artigo de capa discute o desenvolvimento de soluções transformadoras com o poder público. Edição estreia nova editoria, chamada Panorama

Os destaques da 15ª edição da Stanford Social Innovation Review Brasil refletem sobre um desafio diário para quem trabalha com inovação social: a tensão constante entre a urgência dos problemas socioambientais e a clareza de que não há atalhos para transformações profundas. 

O artigo de capa, “Como desenvolver soluções com o poder público para transformar sistemas”, de Ashleigh Gillwald Morrell, reúne aprendizados da Teaching at the Right Level (TaRL) Africa sobre como apoiar governos na geração de impacto com consistência e adaptabilidade. Entre os destaques, também estão “Reconstruir em meio à guerra”, de Valentyna Zasadko, Geoffrey Glenn e Adele Houghton, e o artigo original “ESG estratégico para alinhar impacto e valor econômico”, de Heiko H. Spitzeck.

A novidade da edição é a seção “Panorama”, que traz textos sobre iniciativas inovadoras e amplia o escopo das antigas seções “O que há de novo” e “Histórias do campo”. A estreia reúne reportagens e análises como “De combatentes a guardiões” (Ugo Lucio Borga, Leonardo Delfanti e Gino Paoletti), “Tecnologia contra o genocídio” (Marianne Dhenin), “O som da doença” (Neha Bhatt), “Como identificar o retrocesso democrático” (Jarrett Bell e Sam Greenberg) e “Direitos da natureza” (Marianne Dhenin) e a reportagem original brasileira “Justiça climática com governança indígena” (Anna Lucena e Gabriela Costa).

O Estudo de Caso traz o texto “Uma metarrede adaptativa para enfrentar a emergência climática”, por S. Aqeel Tirmizi e Timothy G. Staub, com lições da ecoAmerica sobre coordenação de campanhas para problemas complexos. Em Ponto de Vista, a edição reúne reflexões sobre educação, saúde e governança: “Dividendos sociais da educação” (Rahul Pachori e Neha Dhaka), “Como evitar a Armadilha de Turing na educação” (Isabelle C. Hau e Daniel L. Schwartz) e os artigos originais brasileiros “Dados com equidade para salvar mais vidas no SUS” (João Abreu, Gabrielle Arruda, Isabel Opice e Victor Souza) e “Governança a serviço da missão” (Felipe Insunza Groba).

A seção Pesquisa traz temas como saúde mental no trabalho, inteligência artificial e inclusão no ensino superior. Em Livros, a resenha “Engajamento cívico por justiça orçamentária” aborda a obra Budget Justice, de Celina Su, com texto de Hollie Russon Gilman. O livro explora a participação cidadã nos orçamentos públicos, incluindo uma análise da experiência de Porto Alegre com o orçamento participativo, realizado desde 1989 na capital do Rio Grande do Sul.

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