Ao operar como instituições, algoritmos moldam escolhas coletivas sem passar pelos filtros democráticos tradicionais. Traçam caminhos, impõem bloqueios, sugerem atalhos e afetam padrões de decisão – reorganizando a ação humana e política com regras que não foram debatidas, nem autorizadas. Concebê-los como instituições permite imaginar um movimento em direção à sua democratização, tarefa urgente para as sociedades que ainda desejam se governar
A inteligência artificial pode ser instrumento de transformação social ou mais uma fronteira de exclusão. Para que seja uma aliada das organizações da sociedade civil, é preciso derrubar barreiras técnicas, financeiras e políticas que ainda excluem milhões de pessoas dessa tecnologia
Com sua heterogeneidade cultural, genética, social e ecológica, o Brasil surge como exemplo de solo prolífico para a criação de sistemas de inteligência artificial mais robustos, capazes de mitigar vieses e exclusões, responder a realidades locais e oferecer soluções globais mais humanas, sustentáveis e alinhadas aos desafios do nosso tempo
A E.ON Italia impulsionou a transição energética no território italiano ao envolver seus funcionários em um movimento que se espalhou para toda a sociedade
Implantar o desenvolvimento de habilidades socioemocionais na rede pública exige articulação entre gestão, formação docente e engajamento da comunidade
Iniciativa articula educação, saúde e segurança para prevenir a violência escolar e garantir ambientes mais seguros e saudáveis para alunos e educadores
Em Fortaleza, jovens de 10 a 14 anos se tornam comunicadores de saúde e criam vínculos que rompem barreiras entre escola e posto de saúde, fortalecendo a rede de cuidados
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