Como versão brasileira da campanha global Giving Tuesday, o Dia de Doar vem se expandindo por diversas regiões e impulsionando a cultura da generosidade no país.
A combinação das negociações diplomáticas e das discussões na “COP da sociedade civil” oferece um caminho para o enfrentamento da crise do clima com maior atenção à justiça climática traduzida em ações, políticas públicas, protocolos, e principalmente, ao seu financiamento.
Como o financiamento e as políticas climáticas excluem aqueles que sofrem os piores efeitos das mudanças do clima e de que forma o investimento em pequenos agricultores pode ajudar na correção desse desvio.
As empresas precisam tomar atitudes que melhorem não apenas o meio ambiente, mas, também, a saúde e o bem-estar das pessoas, em especial entre as comunidades vulneráveis de suas cadeias de valores.
Crises como a pandemia da Covid-19 levaram grantmakers a cobrir os custos totais de projetos que apoiavam, incorporando formas de compartilhar poder com os beneficiados, de estabelecer confiança e estimular maior impacto, rompendo barreiras históricas para as mudanças.
Frequentemente, colaboradores em potencial se concentram no “por quê” em vez de no “como”. Conheça uma abordagem em três frentes para superar barreiras à interação.
Mais de quatro milhões de refugiados fugiram da Ucrânia desde a invasão russa no final de fevereiro, e mais da metade deles são crianças. Para esses jovens, especialmente para aqueles que fugiram enquanto um ou mais pais ficaram para trás para lutar, os momentos de esperança e alegria são poucos e distantes.
Aqueles que chegam a Záhony, na Hungria, como a criança na foto acima, receberam uma dessas surpresas com o presente de um ursinho de pelúcia ou adorável peluche, cortesia do “Teddy Busz”. O motorista do ônibus e fundador do projeto, o residente do Reino Unido David Fricker, e três amigos dirigiram com mais de 3.000 brinquedos de pelúcia que haviam coletado de doações públicas de Weston, Reino Unido, para Záhony, onde os distribuíram na estação de trem.
Demarcada há 30 anos, a terra Yanomami continua sob ameaça crescente. Distribuída entre os estados de Roraima e Amazonas, a maior terra indígena do país vive seu pior momento de garimpo ilegal desde a homologação do território, segundo a Hutukara Associação Yanomami. Em relatório de 2021, a associação aponta a invasão garimpeira como causa de violações sistemáticas de direitos humanos das comunidades que vivem ali, com impactos e consequências assustadores. Em viagem no mês de julho pelo Rio Maturacá, no Amazonas, o fotógrafo especializado em povos indígenas Renato Soares captou um momento de extrema beleza envolvendo jogo e vida: a brincadeira de crianças yanomami nas águas limpas e ainda livres de mercúrio do rio.