Ao operar como instituições, algoritmos moldam escolhas coletivas sem passar pelos filtros democráticos tradicionais. Traçam caminhos, impõem bloqueios, sugerem atalhos e afetam padrões de decisão – reorganizando a ação humana e política com regras que não foram debatidas, nem autorizadas. Concebê-los como instituições permite imaginar um movimento em direção à sua democratização, tarefa urgente para as sociedades que ainda desejam se governar
Para que práticas ambientais e sociais se consolidem nas empresas, é preciso integrar a governança à estratégia de sustentabilidade – e não tratá-la como um apêndice
Diante da urgência de se lidar com iniquidades sistêmicas, conselhos diretores de organizações sem fins lucrativos devem passar a priorizar o propósito da instituição, mostrar respeito pelo ecossistema no qual operam, comprometer-se com a equidade e reconhecer que o poder deve ser validado pelas pessoas que buscam ajudar
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