Para alcançar impacto em larga escala, financiadores devem propor diferentes atividades de monitoramento, avaliação e aprendizado à medida que os programas amadurecem
No 13º Congresso GIFE, empresas, institutos e organizações sociais vão trocar experiências e construir caminhos mais eficazes para o investimento social privado e a filantropia no Brasil. Com o tema “Desconcentrar poder, conhecimento e riquezas”, o Congresso propõe reflexões sobre o papel das organizações no fortalecimento de políticas públicas, nas lutas por justiça social e
Fundações e institutos comunitários (FICs) fortalecem territórios ao mobilizar recursos locais, impulsionar mudanças e promover uma filantropia mais participativa e enraizada; no Brasil, as FICs se adaptam a um cenário desafiador, driblando a falta de incentivos fiscais e fortalecendo a cultura de doação para impactar comunidades
O modelo tradicional é limitado pelo conservadorismo do mercado e pela ênfase na escala em detrimento do controle local; é preciso um paradigma novo, que priorize o impacto social, promova estratégias de financiamento flexíveis e criativas e faça valer a voz da comunidade
Estratégias controladas por financiadores costumam acentuar o desequilíbrio de poder entre doadores e beneficiários e privilegiar resultados mensuráveis e de curto prazo, limitando o impacto da filantropia; estratégias coletivas são mais eficazes para enfrentar desafios globais e sistêmicos
Faltam poucos dias para o Impacta Mais 2025, o principal evento sobre negócios e investimentos de impacto no Brasil. Nos dias 19 e 20 de março, o Centro de Eventos Pro Magno, em São Paulo, será palco para um encontro, reunindo cerca de 2.000 participantes e promovendo discussões sobre temas essenciais como meio ambiente, COP