Em Fortaleza, jovens de 10 a 14 anos se tornam comunicadores de saúde e criam vínculos que rompem barreiras entre escola e posto de saúde, fortalecendo a rede de cuidados
Programa do Instituto Mondó no município de Breves, no arquipélago do Marajó, mapeia desafios relacionados à saúde mental dos adolescentes em contexto escolar
Programas da ASEc+ fortalecem crianças e educadores por meio do desenvolvimento de habilidades sociais, emocionais e de enfrentamento de dificuldades, criando comunidades escolares mais acolhedoras e seguras
No processo educacional, o decisivo não é a tecnologia, mas quem a controla e a desenha. Oferecer a velha educação com uma roupagem tecnológica, embora lucrativo e fácil, não garante preparar as crianças para os grandes desafios que terão de enfrentar
A chegada da inteligência artificial às escolas provoca entusiasmo, mas exige cautela. Sem evidências claras sobre os impactos pedagógicos, cresce o risco de a IA reproduzir desigualdades e desviar a escola de seu propósito fundamental: formar cidadãos críticos, criativos e livres
Navegar com facilidade nas telas não significa compreender as lógicas invisíveis que moldam narrativas e produção de sentido nos ambientes digitais. Tornar o letramento midiático um direito fundamental é essencial para formar cidadãos capazes de participar ativamente de uma sociedade cada vez mais mediada pela inteligência artificial
Espaço de convivência central no desenvolvimento cognitivo e emocional de crianças e jovens, a escola também pode ser palco de violência. Mais do que identificar sintomas ou contabilizar estatísticas, é urgente que as instituições de ensino cuidem de forma intencional da relação entre sofrimento emocional e violência escolar
Casos de suicídio entre crianças e adolescentes têm crescido nos últimos anos. Apesar da resistência em discutir abertamente o tema, é urgente buscar estratégias de prevenção que sejam contínuas, intersetoriais e construídas com base em evidências
Diante do aumento do sofrimento psíquico de crianças e adolescentes, promover saúde mental na escola exige mais que encaminhamentos: requer redes de cuidado, escuta ativa, protagonismo estudantil e articulação entre educação, saúde e comunidade